20100617

Jacareí terá um Plano Municipal de Meio Ambiente

A primeira audiência pública aconteceu hoje, 17 de Junho, no Piazza Hotel. A empresa MRS estudos ambientais Ltda apresentou um resumo do Diagnóstico Socioambiental de Jacareí. Claro que as deficiências foram citadas. Vazios urbanos dificultaram a implantação de infra estrutura em algumas regiões causando desintegração física e social. Nas últimas décadas faltaram mecanismos de incentivo à preservação das APPs,Áreas de Preservação Permanentes, bem como de proteção às nascentes. Ainda não existe um plano de saneamento para as áreas rurais menos ainda uma política municipal habitacional com base na sustentabilidade. A Lei Orgânica continua a mesma de 1990 e a carta oficial do IGE, Instituto Geográfico e Cartográfico, está desatualizada.
Implantar um Plano Municipal voltado para as questões ambientais é uma exigência do Plano Diretor e aumenta a nossa responsabilidade no tocante à Educação Ambiental. Nesta primeira audiência foram apresentadas sugestões que integraram planos de ação e políticas públicas.
Querem saber mais? Acessem o site http://www.pmma-jacarei.net/
Participem!

20100428

O rio no Museu

"Caminhos do Rio Comprido" revelados no Museu de Antroplogia de Jacareí.

As águas do Rio Comprido alcançaram o Solar do Barão de Jacareí. Seus aproximados 20 km de extensão foram resumidos em 42 fotos fixadas em expositores que cortaram o salão nobre num movimento sunioso desde o ponto mais alto da microbacia até o encontro com o grande Paraíba do Sul. Os "Caminhos do Rio Comprido", nome dado à exposição, começou assim a ser revelado aos vistantes do museu por meio de imagem e de textos explicativos na tentativa de contextualizar da melhor forma possível a trajetória do Rio Comprido. Simultâneamente o museu contou, por meio de objetos, a história das civilizações Incas, Maias e Astecas, povos que precisaram aprender a desenvolver sofisticadas obras de engenharia para acumular água, devido à grande variedade climática local que causava constantes secas. Uma civilização que padeceu a falta de água e outra, mais moderna, que usa seus rios urbanos de forma incorreta levando-o à degradação e à extinção, contraponto exposto em um espaço cultural que estabelece um diálogo eficaz com o público sobre a atual realidade do Rio Comprido.